Certas substâncias que hoje são de venda proibida, eram legalmente disponíveis no passado em diversas “formas de consumo”. Exemplo? Heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910, ela era divulgada como um substituto não viciante da morfina e remédio contra tosse para crianças.
Você já imaginou tomar um porre de vinho de coca? Existiam diversas marcas e todas elas exaltavam seu efeito medicinal. Numa delas, Papa Leão XIII aparece pra reafirmar suas qualidades.
Ópio contra a asma: o líquido volátil era colocado em uma panela e aquecido por um lampião para realizar inalação.
Tabletes de cocaína: indispensáveis para cantores, pois além de aquietar a dor de garganta, dava um efeito “animador” ao usuário, garantindo assim, sua melhor performance, rs…
Drops de cocaína contra dor de dente: acabava com a dor e garantia “melhora de humor” do usuário…
Ópio para “acalmar” bebês chorões: a fórmula continha, além de ópio, 46% de álcool. Difícil chorar depois de uma dose, não é mesmo!?








Novembro 11, 2008 às 8:12 pm
Hum…me lembra um pouco a moda. Hoje é fashion, amanhã virou brega…massssssssssssssss opa, voltaram as calças boca de sino? Chiquérrrrrrrrrrrrrrimas. Então as substâncias medicamentosas, viraram “drogas”, mas mesmo as “drogas” tem um “efeito terapêutico”, é exatamente o que acontece com campanhas de medicamentos, com os medicamentos em si. Faz mal, mas faz bem…se mais ou menos, depende do produto.